Actividade 4 - Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação de aprendizagens em contexto on-line

 

1) Constituição livre dos grupos

 http://caelalmadanegreiros.wikispaces.com/A+-+Tradu%C3%A7%C3%A3o+do+artigo+E-portfolios-+an+assessment+tool+for+online+courses+-++Robin+Mason,+Chris+Pegler+and+Martin+Weller

 

2) Selecção do(s) textos a trabalhar

 

 

 

 

3) Apresentação de um Power Point sobre a abordagem do nos textos em estudo

 

 

4) Discussão no Fórum

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: Quem abre o debate?
por Joaquim Pinto - Terça, 25 Janeiro 2011, 18:03
  Olá Helena, concordo plenamente.

O uso destes instrumentos de aprendizagem, que servem paralelamente para realizar uma avaliação de percurso formativo, permitem aos alunos uma aprendizagem partilhada e sustentada, que pode não ter limites. 

Neste tipo de ferramentas, destaco a possibilidade de estes permitirem a transparência de conhecimento pesquisado e analisado, pois o saber é partilhado e mesmo quando o trabalho é individual, ao ser partilhado, permitirá a toda a comunidade educativa aprender com esse estudo. Esta particularidade é o inverso da transmissão de saberes que o aluno efectua num teste tradicional, onde as aprendizagens dos alunos têm um carácter unidireccional, sendo os seus trabalhos direccionados ao professor, ficando "guardados" no sigilo dos armários das instituições.

Mas os maiores trunfos da utilização destas ferramentas, são a reflexão e o registo de actividades. Ao fazê-lo obriga-nos a aprender, a associar, a reflectir, a pensar, etc. Oferece-nos um fio condutor, lógico e determinado que nos leva nos faz perceber a "espinha dorsal" das aprendizagens a realizar e estender as aprendizagens a caminhos transversais.

Mas há mais vantagens! Não concordam?

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: exposição na web / rigor científico
por Joaquim Pinto - Quarta, 26 Janeiro 2011, 19:48
 

(Desculpem, mas o meu pc nao esta a escrever os acentos)

Ola Cecilia. 

Percebo que uma abertura cognitiva, proporcionada pelas utilizaçao das ferramentas web, podera levar ao tudo e ao nada. Entendo tambem, que a tua preocupaçao em questionar, como se processarao os cursos on-line, onde o rigor cientifico esta presente e nao pode ser posto em causa. 

Como estamos a realizar trabalhos paralelos a outros em UC diferentes, mais propriamente os modelos de ensino virtual. O B-learning no meu caso, quero destacar a seguinte leitura efectuada num artigo de Antonio Pina.

"Hablar de Blended Learning es hablar de una visión rica, flexible y abierta de lo que debe ser el entorno en el que se produzca el aprendizaje. Los profesores no podemos diseñar el aprendizaje, ya que esa es una tarea del alumno. Pero podemos ofrecerle un entorno en el que el estudiante pueda desarrollar las competencias de acuerdo con sus necesidades y, sus habilidades y conocimientos previos." (Pina, 2007)

Pina refere que o B-learning vem colmatar as lacunas existentes no e-learning, pois o trabalho misto entre o virtual e o presencial, talvez possa colmatar a tua preocupaçao, pois o professor-tutor podera atraves das sessoes presenciais, orientar o trabalho efectuado pelos alunos, de modo, a que o rigor cientifico nao seja assim, tao "camuflado", pois pode haver esse risco.

A tendencia do ensino on-line, como diz Pina, e onde o processo esta centrado no aluno, e onde o professor deve oferecer ambiente favoraveis de aprendizagem, contudo tambem considero, que deve haver varias tipologias de cursos, pois nem todos poderao ter uma liberdade de aprendizagem individual e singular, pois terao que existir objectivos e competencias essenciais a atingir. 

 

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: A visibilidade das ferramentas
por Joaquim Pinto - Quarta, 26 Janeiro 2011, 20:11
  Ola Ana e grupo

O tua referencia em questoes de visibilidade nos trabalhos realizados no ensino presencial, e algo cultural que esta enraizado nos nossos comportamentos em ambiente de aprendizagem.

Cabe-nos a nos tentar mudar esta mentalidade e o nosso mestrado tem contribuido para isso. Como estou no 1.º ciclo, penso muitas vezes, onde poderei inserir uma aprendizagem on-line.Sera possivel? Com a ajuda, do estudo realizado no modelo B-learning, constato que ja e utilizado noutros paises. Ou seja, a simples publicaçao de trabalhos em blogs, a troca de informaçao atraves de mail entre professor-alunos, e um exemplo de b-learning. E isso, pode acontecer actualmente com os nossos alunos. Basta mudar-mos as nossas praticas. Talvez nao possamos generalizar, mas podemos tentar. Eu tento. E voces?
 

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: Intervenções do e-professor
por Joaquim Pinto - Segunda, 31 Janeiro 2011, 01:00
  Olá Juliana e todos.


Embora estejamos a falar de ferramentas e instrumentos que permitam a avaliar a aprendizagem dos alunos nas comunidades virtuais de aprendizagem, julgo que a intervenção e a presença do professor/tutor/ moderador, ou seja o nome que tiver é essencial. Por isso, não concordo com os colegas que dizem que deve interferir o menos possível, ou quase nem existir, tornando a nossa aprendizagem somente um fruto do nosso trabalho. 

Penso que o nível de actuação deste e-professor, deve variar consoante o tipo de curso/ modelo/ perfil dos alunos e conteúdos a aprender.
Destes que enunciei, julgo que o perfil do aluno é aquele que apresenta um peso decisivo na intervenção do e-professor.

As competências dos alunos, a sua capacidade de avaliação, de leitura, de análise, de realizar inferências, as suas características psicológicas, o seu carácter e personalidade,as condições técnicas e o meio em que se encontra, são para mim, factores determinantes numa aprendizagem realizada on-line.

O Marco descreve o seu percurso neste mestrado, como uma caminhada no desenvolvimento da sua aprendizagem onde a partilha com os colegas e a sua dedicação foram as causas do seu sucesso neste curso. E a Cecília escreve que um aluno ao escolher este tipo de ensino tem de ter competências para o fazer.
Ou seja, concordo com um e com o outro,mas em casos particulares, pois assim, os alunos que querem optar por este tipo de ensino só podem ser aqueles que tenham competência para..., ou tenta-se que seja um ensino para todos? 
Reitero que um professor é essencial e deve estar presente, pois sermos autodidactas e trilharmos o nosso caminho do conhecimento é uma situação, mas estar num curso onde há um conjunto etapas a desenvolver é outra. E nem todos o conseguem fazer sem uma orientação ou um incentivo.
 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: Presença / rigor científico
por Joaquim Pinto - Segunda, 31 Janeiro 2011, 01:09
  Olá Cecília

Eu quando publiquei este post, é com o intuito de ver o e-learning abranger quase todas as faixas etárias de aprendizagem. Vejo a tua descrição mais aplicada a um ensino superior e a uma formação madura fisicamente e cognitivamente.
A nível da credibilidade científica, é um assunto complicado de discutir. Até

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: exposição na web / rigor científico
por Joaquim Pinto - Segunda, 31 Janeiro 2011, 01:41
  Olá 

Depois de ler os vossos posts sobre a capacidade dos alunos quando chegam ao ensino superior, concordo perfeitamente,que a maioria destes ainda não estão maduros cognitivamente para enfrentarem um ensino colaborativo e coerente. 
Não tirando o valor daqueles que o fizeram com a aptidão desejada, a maioria apenas conseguiu ultrapassar um conjunto de obstáculos, que lhes foram propostos ao longo das suas vidas, com o intuito de alcançar um certo curso que lhe permitirá ter uma certa profissão.

Como todos sabemos, principalmente aqueles que andam por estes mundos escolares, existem várias causas para a criação destes perfis. Uma é estarmos presos numa cultura educativa presa à transmissão do conhecimento, embora acredito, que se tenham feitos esforços em contrário, principalmente na tentativa das práticas escolares. Continuamos a ter uma parte curricular que nos dá a música que todos têm de saber cantar ou arriscam-se a ser rotulados com uma sigla inventada para definir um patamar de inteligência. Depois temos os problemas sociais, onde despoletam a expectativa, a indisciplina, a vontade, a libertinagem, o respeito, etc. Ou seja, ao contrário do que fazemos neste mestrado, o ensino de formação básica não consegue trabalhar para atingir patamares de meta-cognição, mas sim lutar para cumprir programas e avaliar num dia X à hora Y.
Muitos colegas em no ensino básico, tenta mudar o rumo a esta situação, mas ao fazem tudo bem feito, sem falhas, ou poderão ser considerados algo alienígena no sistema. Alguém já sentiu isto? 

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Quem abre o debate? -> Re: A visibilidade das ferramentas
por Joaquim Pinto - Segunda, 31 Janeiro 2011, 02:02
  Olá Paula.

Fico contente por se estar a utilizar a web, para a construção do saber. O problema mesmo, foi o que enunciei atrás noutro post. É que temos um currículo e manuais escolares que nos "prendem" a certas praticas pedagógicas. No meu caso, mesmo tentando lutar contra a rigidez do programa, ele sempre acaba por nos influenciar nas praticas educativas. Por vezes, considere-o um "inimigo público" delimitador de saber.
Os alunos adoram ter contacto com vários tipos de leitura e de escrita. Detestam fazer cópias e responder a questionários, mas se lhe permitir transcrever o texto para uma folha de Word, ou responder a questões através de leituras na Web, eles adoram. Porque não fazemos isso? Nem respondo. Eu faço, mas por vez pareço que tenho duas escolas diferentes na mesma escola. Desculpem o desabafo.
Um portefólio de aprendizagem dos alunos, era um instrumento riquíssimo que poderia ser construído com a ajuda do professor, em vez do chamado dossier (Baú).
Continuemos a lutar...

 

Imagem de Joaquim Pinto
Forum Actividade 4 -> Discussões assíncronas e avaliação -> Re: Discussões assíncronas e avaliação
por Joaquim Pinto - Segunda, 31 Janeiro 2011, 02:12
  De modo a poder como se pode avaliar as nossas e outras participações nos fóruns de discussão, venho colocar uma parte da minha análise do artigo trabalhado em MICO, que descreve uma investigação realizada para aferir a interacção e participação dos intervenientes.

Assim, forma tomadas como categorias:

Participação passiva - a participação de contacto com o fórum de discussão, registada pela plataforma Web, sem qualquer manifestação escrita;

Participação activa - toda a acção traduzida por expressão escrita no fórum de discussão.

Para categorizar os diferentes tipos de contribuições escritas, realizadas nas discussões inseridas na participação activa, foram consideradas as seguintes categorias:

MONÓLOGO – Toda a publicação que traduz uma resposta directa à questão com que se iniciou a discussão de um tema, ou a opinião do autor sem ter em conta, de forma explícita, as opiniões dos outros participantes no fórum de discussão, acerca do tema em análise;

INTERACÇÃO CONVERGENTE – Toda a publicação que tem em conta, explicitamente, as opiniões dos colegas, no sentido de as clarificar ou aprofundar;

INTERACÇÃO DIVERGENTE – Toda a publicação não enquadrada nas anteriores, nomeadamente: publicações que traduzem opiniões contrárias às posições frequentemente consensuais sobre o tema, questões ou outras expressões não contextualizadas.

Penso que é uma informação bastante pertinente para todos, de modo a realizarmos uma auto-avaliação das nossas participações.

Até

Fonte: “FORMAS DE INTERACÇÃO EM DISCUSSÕES ONLINE” 
de Morais, Miranda e Dias (2007)